A Cor de Tangerina é uma cooperativa, é um restaurante e uma cafetaria e também uma loja de Comércio Justo (http://www.comerciojusto.pt) e de produtos biológicos. Esta é a face directamente visível daquilo que fazemos no local onde nos encontramos. (Para visualizar o mapa clique AQUI)
Quando, um pouco por todo o lado, se levantam vozes de iniciativa, sugestão e apoio às modificações necessárias e operantes da acção do ser humano sobre o seu ambiente, cabe reconhecer a cada um o papel de consciencialização e responsabilidade neste processo de transformação, interno e externo, ao indivíduo.
Se a consciencialização é, por um lado, o motor primário do impulso criador neste paradigma, a noção de responsabilidade não o é menos. É importante, no entanto, manter conscientes as limitações óbvias que revestem qualquer acção individual e a separam da capacidade prática de uma intervenção visível a larga escala.
É neste pressuposto realista que cabe compreender uma das máximas, que reclamamos como chave mestra, para o fundamento daquilo que propomos com este projecto, “Pensar globalmente, agir localmente”, remete a acção, individual ou colectiva, de grupos de dimensão limitada, aos pequenos sistemas de vida que os rodeiam, que directamente influenciam e pelos quais são directamente influenciados pelo ambiente próximo. |
A compreensão dos processos de inter-relação sistémica leva-nos ao saber que por ínfima que seja uma qualquer acção/participação, a sua repercussão na cadeia de sistemas proporcionará uma realização sensível em pontos remotos, mas essenciais, de consolidação de uma realidade direccionada para o objectivo maior de manutenção da vida e da harmonia no Planeta Terra.
O grupo de indivíduos que constitui a base humana de lançamento e implementação da Cor de Tangerina encontra-se e identifica-se no realismo desta consciência e responsabilidade. Partimos todos de uma vontade inequívoca de aliar a consciência da realidade global à pertinência da vida e realização pessoais.
Pretendemos assim participar no desenvolvimento da Humanidade e do Planeta Terra, contribuindo para tal com o nosso trabalho, individual e colectivo, concertado e sintonizado com o realismo necessário a impedir a formação de ideais utópicos, mas não objectando a consciência da repercussão positivista da vitalidade que pretendemos promover. |
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